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Crítica: 7x05 de Sobrenatural

Crítica de: Anderson


Mais um caso semanal. Mais um caso semanal genial.
Não digo que esteja perfeito, não, não está. Ainda vai demorar muito para nos transportarem de volta à atmosfera impactante das primeiras temporadas, mas já dá para perceber uma melhoria. Essa semana os Winchesters se deparam com um caso cheio de mortes à laPremonição (ou O Último Destino, como é chamado em Portugal). Já sabíamos que era um caso com Bruxos, já que o “Previously on…” nos relembrou sobre a existência deles, mas eles não sabiam de nada ainda. Vendo a conexão entre os casos, percebem que todos os mortos trabalharam juntos na construção de um shopping. Comecei a suspeitar de que era algum espirito vingativo que não queria a construção do shopping em certo terreno, ou algo do tipo, mas não era.
Em uma visita à casa de Don, o único da construção do shopping que ainda não tinha sido morto, Sam descobre que a sua esposa, Maggie, é uma bruxa. Matava por motivos passionais: seu marido tinha traído-a com Wendy, e o homem morto por pregos (ótima cena, por sinal) tinha ajudado Wendy e Don a se encontrarem. Na reviravolta do episódio descobrimos que Don também é um bruxo, quando ele acaba com a exposição de quadros da Maggie. Esta fica com tanta raiva que quer vingança.
E é então que Sam percebe que tudo que deviam fazer era conversar. Por isso a referência à “Dr. Phil” no título (coisa que só percebi ao refletir sobre o episódio), um psicólogo famoso nos Estados Unidos que possui até um programa de TV. Os irmãos Winchester vão até a casa de Don e Maggie e tentam convencê-los a conversarem, coisa bem-sucedida, mas não sem antes eles sofrerem um pouco.
Nesse episódio a trama dos Leviatãs finalmente se reencontram com a dos Winchesters, mas infelizmente só durou alguns segundos. Don estava de passagem e resolveu botar o Leviatã para dormir ao mesmo tempo que agradece-os por ter salvado seu casamento de 800 anos. O Leviatã acordará em alguns dias e espero que o próximo episódio seja focado nisso pois não consigo aguentar casos semanais por muito tempo. Shut up, Dr. Phil foi mais uma prova de que a Sara Gamble está conseguindo controlar a série. Sim, a sexta temporada foi um lixo (desculpa aí, fãs), mas a sétima está conseguindo me surpreender.

Nota: 7 de 10
 
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