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Crítica: Batalha dos Mares

Crítica Por: Anderson

O famoso jogo BattlleShip ganha sua versão cinematográfica. Dirigido por Peter Berg (Hancock) e estrelado porTaylor Kitsch (John Carter), Alexander Skarsgård (Melancolia) e Liam Neeson (Desconhecido); ainda no casting, a participação da cantora de hip hop Rihanna. O longa narra a invasão da Terra por alienígenas e uma batalha onde os terráqueos estão em desvantagem.


Kitsch é Hooper, um jovem rebelde sem muitas pretensões, que é levado para a Marinha pelo irmão (Skarsgård). Sua imaturidade e egoísmo faz com que todos a seu redor desacreditem dele. Mas é colocado à prova, em uma batalha contra alienígenas. A narrativa se apóia em clichês do gênero e em uma trilha sonora potente, ora com clássicos do rock ora original; que fará os espectadores se animarem.


Em sua primeira parte, os espectadores conhecerão seus futuros heróis. Já a segunda, a ação prevalece com sequências intermináveis e com os famosos clichês: bordões, frases de efeito, apelo emocional, muitos tiros, descoberta científica, intervenção da NASA, falta de esperança, a redenção do mocinho rebelde entre muitos outros. Em certos momentos, pode-se lembrar de outros momentos clássicos do cinema.

Todos os artifícios são para que os espectadores tenham empatia com o mocinho, crença no poderio extraterrestre, emoção na batalha e comoção do herói. Não apenas isso, mas quando tudo está perdido, a salvação vem do inesperado. Sem entrar no mérito das atuações (pois não há um desenvolvimento bem elaborado dos personagens, excluindo-se as "camadas"), mas chamando a atenção para o debut da cantora Rihanna, que tenta a todo custo chamar a atenção para si, com uma atuação exagerada e vazia - pode ser comparada à sua vida pública: demasiadamente chamativa e totalmente evasiva.

No mais, Battleship - A Batalha dos Mares, mesmo sendo um festival de clichês, pode conseguir de seu público as emoções propostas em seu roteiro. Além de ser um bom filme para os fãs do gênero.

Nota: 5 de 10




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