/* to top */ #toTop { width:50px; /* Largura do botão * / background: #FF0000; /* Cor do botão*/ border:1px solid #000; /* Cor da borda */ text-align:center; /* Alinhamento do texto */ padding:5px; /* Distancia entre texto e borda */ position:fixed; /* Posição que faz com que ele corra por toda a página*/ bottom:5px; right:5px; cursor:pointer; color:#eee; /* Cor da letra */ text-decoration:none; font-weight:700; /* Tamanho da letra */ -moz-border-radius:5px; /* Definições para o angulo do botão */ -khtml-border-radius:5px; -webkit-border-radius:5px; border-radius:5px; }

Crítica: Sobrenatural 7x16


Crítica Por: Anderson
P.S: Desculpem pelo atraso.
Depois do hiatus, Supernatural mais uma vez decepciona. A tentativa de tornar o retorno um pouco mais interessante foi por água abaixo. Dean falando com Frank sempre no começo dos episódios torna-se clichê a cada avanço da trama. Um clichê, infelizmente, sem progressos. O “substituto” de Bobby não descobre nada sobre o terreno em Wisconsin, que pertence à Dick, o que enfurece o Winchester mais velho. A tentativa de transformar o personagem em um Bobby mais ranzinza me faz questionar por quais motivos mataram o personagem. Se era para criar uma miniatura elevada a quarta potência, pelo menos criasse uma personalidade nova. A série sempre foi dona de uma criatividade imensa, mas anda pecando demais nesse quesito. Nessas horas, lamento a saída de Eric Kripke como showrunner. O fato de Dean remeter Frank ao caçador falecido já deu tudo o que tinha que dar. Isso porque pensei que o irmão de Sam tivesse dado a volta por cima, mas parece que ele realmente gosta de se ater as coisas do passado. Depois de tanto tempo, essa página na vida do Winchester já deveria ter virado. Há outras coisas a se resolver, certo?
Lúcifer deu uma palhinha no episódio anterior, mas não tivemos o deleite de mais uma participação hilária de Mark Pellegrino. Sabemos que ele realmente se apossou da mente de Sam e, para evitá-lo, ele se priva do sono ficando altamente no limite da exaustão. A diferença dessa vez é que o Winchester mais novo sente a presença do amigo de cela até mesmo acordado. Não teve como não brotar um sorriso quando ele mencinou o rei do inferno cantando em sua cabeça, pois veio a imagem do ator na minha mente. Por outro lado e como de praxe, os irmãos são encaminhados a um novo caso, embalados no ritmo do filme “Cisne Negro”, muito bem colocado por Dean. A caixa de Pandora, cheia de objetos amaldiçoados, volta à tona e faz sua primeira vítima perder metade das pernas de tanta dedicação que tinha pelo balé. Óbvio que o dano foi causado pelas sapatilhas que estavam fora do padrão do mercado. Ser bailarina se tornou uma adorável maldição. Natalie Portman que o diga.
Depois da sapatilha, vemos os irmãos correrem à procura de outros objetos ofensivos, auxiliados pelo dono da loja que saíram às peças, Scott. O problema maior é que esses artefatos inspiram atitudes insanas em seus donos, como a vontade de Dean em ser bailarino por estar no mesmo local que o calçado amaldiçoado. Durante à caçada, eles nem se importam com a onda de compras de lojas de uma imobiliária recém-chegada em Portland. O caso do qual eles vêm trabalhando, está muito longe do que ambos iriam afrontar mais para frente. Scott revela que a mãe vendeu à loja para uma dócil corretora e morreu no dia seguinte. Motivo suficiente para chamar a atenção do Winchester mais velho. Achando que tinha finalizado o caso, Dean percebe que há algo de muito errado naquelas transações, que visam a compra das propriedades da rua principal inteira.
Os leviatãs Joyce e George fazem um balanço entre semi-crueldade e piadas. A mulher é mandona, pau mandado de Dick e tem como seu auxiliar o homem que tem a aparência de bobo da corte, só faz besteira e teme a presença da patroa. Aqueles leviatãs que vimos no começo, cruéis e sem limites, são colocados no esquecimento ao nos depararmos com uma versão mais inferior dos que seriam os novos inimigos dos Winchester. A comédia entre eles foi bem-vinda, não nego, mas não condiz com o que a trama promete para encerrar mais uma temporada. Até a piadinha com o verbo “comer” se torna chata e inconveniente em certos momentos. De uns episódios para cá, nunca vi os irmãos zombarem tanto das zonas de perigo das quais se encontram.
É difícil vir até aqui e ter que se mostrar insatisfeita com uma série da qual ainda sou apaixonada. Mas é fato que essa sétima temporada conseguiu entrar no ranking das piores, na minha opinião, colocando-a lado a lado com algumas séries recentes da CW. Eu nunca cansarei de dizer que o canal televisivo tem o dom de estragar boas séries. No meio disso tudo, o único que parece ter uma história até aqui é Sam, mas a utilidade de Lúcifer ainda nos é desconhecida, pois há Castiel, a cartada da vez, embaixo do braço e em prévia quarentena. Dean e Frank não conseguem conversar como dois humanos normais, trocando patadas e piadinhas sem graças, como se essa fosse a única forma de relacionamento que Bobby tinha com ele. Sem contar que a trama dos leviatãs, que deveria ser estrondosa, torna-se cada vez mais morna e sem expectativa.
Após tantas idas e vindas, pela primeira vez, temos um final um pouco mais relevante e com mais informações sobre o que os irmãos enfrentarão no futuro. O papinho de Dick em querer abrir um centro de pesquisa é muito vaga, mas se tratando do único personagem forte da série por enquanto, acho que podemos esperar algo mais emocionante. O chefe dos leviatãs está tentando dominar todas as partes do globo, algo que é bem do feitio dele. Ele é minha única esperança em fazer as coisas esquentarem, mas chego até aqui estafada com os meus adoráveis irmãos. Sei que as piadas sempre foram as sacadas dos episódios, desde os primórdios deSupernatural, mas ou eu estou muito chata ou até isso se tornou inconcebível à lembrança que a série costumava ser.
No mais, devemos esperar até o próximo passo de Dick e torcer para que haja uma melhora no enredo, pois a cada episódio, fica mais difícil acompanhar a série.
Nota: 6 de 10

0 Comentários:

Postar um comentário

 
CINEMAX © 2010 | Designed by Trucks, in collaboration with MW3, templates para blogspot, and jogos para pc
▲ Topo