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Crítica: Missão Impossível 4

Crítica de: Pedro

Ele nunca foi um pássaro, nem um avião, ou muito menos o super-homem. Porém, com o passar dos anos e o acréscimo de poderosos hormônios dramatúrgicos e efeitos especiais cada vez mais primorosos, ele parece ter chegado ao ápice de uma evolução a ponto de dispensar a cabine telefônica e,  mantendo uma distinta humildade, continua preferindo apenas ser chamado de Hunt, Ethan Hunt.

Diferente dos filmes anteriores onde a ação e o suspense predominavam em absoluto, características essenciais de filmes do gênero, o ponto em destaque agora fica a cargo das inúmeras tiradas cômicas lideradas com maestria pelo comediante inglês Simom Peg.

Um dos grandes momentos do filme e o grande malabarismo feito pelo próprio Tom Cruise, feito sem dublê, do lado de fora do prédio mas alto do mundo.

Pois Bem, atrativos o filme tem de sobra no quesito pipoca de ser: correria, lutas, explosões, risos e bastante CGI. Vendo em Imax é melhor ainda.

Nota: 8 de 10

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