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Crítica: Viagem 2 - A Ilha Misteriosa


Crítica Por: Pedro

Com muitas cenas de ação, clichês, endeusamento de jovem atriz, abelhas voadoras, aranhas gigantes, pequenos elefantes e outros, chega aos cinemas no dia 03 de fevereiro, o novo trabalho do canadense Brad Peyton, “Viagem 2 – A Ilha Misteriosa”.

O filme é feito para o público infantil/adolescente e conta com a ilustre presença do vencedor do Oscar, Michael Caine, com um figurino ao melhor estilo “Indiana Jones”, interpreta Alexander Anderson, avô do jovem aventureiro e personagem principal da trama.

O protagonista, vivido por Josh Hutcherson, parece um “Wikipédia ambulante”, sabe todas as informações sobre tudo de esquisito que aparece em cena e vai guiando o espectador para dentro daquele novo universo. O grande trabalho de Hutcherson que os cinéfilos querem ver esse ano é o longa “Jogos Vorazes”, onde dará vida ao importante personagem Peeta Mellark.

Dwayne Johnson, ou como preferir, ‘The Rock’, e seu ‘punho demolidor’ é Hank. Tem uma cena bizarra onde mexe os músculos e joga uma espécie de ping-pong com o peito. Totalmente desnecessário. Mas não é só isso. Com a teoria de que música é um analgésico natural, The Rock, pega um pequeno instrumento (que nas mãos dele quase some) e emenda uma melodia ao som de What Wonderful World... o quê Louis Armstrong estaria pensando se visse uma cena dessas?

Luiz Gusmán dá um show na pele de Gabato. Seu personagem consegue boas cenas, com frases hilárias, e acaba se tornando um dos pontos positivos da fita. A filha de Gabato, Kailani, é interpretada por Vanessa Hudgens que é bastante endeusada durante todo o longa.

Percorrendo a história baseada na aventura escrita por Julio Verne, viajamos em fatos, figuras e menções a alguns clássicos da literatura. É um filme que tenta ser dinâmico na onda do 3D mas esbarra em pequenos exageros.

Nota: 5 de 10

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