O rosto do ator Chris Hemsworth não é muito conhecido. Foi dada a ele a responsabilidade de incorporar Thor nas telonas do cinema, e apresentá-lo ao público para que, quando 2012 chegar e Os Vingadores dominar os cinemas, ninguém se queixe de não conhecê-lo.
A história de Thor – sua juventude, personalidade, relação com a família e amigos – aparentemente foi passada às telas de maneira completa. De forma resumida, o filme inicia numa montagem de cenas que nos remetem ao passado de seu pai, o rei Odin (Anthony Hopkins). O reino de Asgard é apresentado como um glorioso planeta, com altas construções, muito brilho e luxo. É lá que Thor vive até ser expulso por seu pai, após revidar uma ofensiva dos Gigantes do Gelo, de um outro planeta distante chamado Jotunheim.
Thor, por pura trela, vai ao reino inimigo que vivia há tempos sobre um tratado de paz, e faz a desgraça acontecer usando seu poder (representado por seu martelo). E então, seu pai enfurecido, toma todo o poder de Thor e o envia para Midgard (ou planeta Terra) como forma de punição.
A trama começa a correr, mas se torna exaustiva em determinadas partes. Isto porque enquanto Thor é mostrado na Terra na companhia da astrofísica Jane Foster (Natalie Portman), simultaneamente seu irmão Loki (Tom Hiddleston) e seu pai são também encaixados no filme, em cenas que ocorrem exclusivamente em Asgard. E então, no meio do filme o espectador é forçado a encarar um vai e volta de planetas.
O filme começa bom mas depois de certa tempo vai ficando ruim.
Nota: 6,0




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